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Torcedora afirma ter sido retirada de estádio após usar moletom com mensagem cristã nos Estados Unidos  Uma situação envolvendo liberdade de expressão e manifestação de fé cristã tem gerado debates nas redes sociais e na imprensa internacional.  A torcedora Paige Combs-Morgan afirmou ter sido retirada do estádio Comerica Park, durante uma partida entre Detroit Tigers e Chicago White Sox, após utilizar um moletom com a frase "Jesus Over Pride" ("Jesus Acima do Orgulho").  Segundo o relato da própria torcedora, ela foi abordada por funcionários do estádio e por policiais depois que pessoas presentes fizeram reclamações sobre a mensagem estampada em sua roupa. Paige declarou que sua intenção era apenas expressar sua fé cristã de forma pacífica.  Por outro lado, há informações de que a organização do estádio afirma que a retirada não ocorreu apenas por causa da vestimenta, mas também por questões relacionadas ao comportamento da torcedora durante o evento. As diferentes versões do caso continuam sendo discutidas.  O episódio rapidamente ganhou repercussão nas redes sociais, levantando debates sobre liberdade religiosa, liberdade de expressão e os limites das regras adotadas em eventos esportivos.  Independentemente das interpretações, o caso reacende uma discussão importante sobre o direito de manifestação de crenças em espaços públicos e privados, tema que tem despertado atenção em diversos países.  A Rádio VIP On Line continuará acompanhando os desdobramentos desta notícia e trará novas informações caso haja posicionamentos oficiais das partes envolvidas.  Fonte: Informações baseadas em relatos públicos da torcedora, reportagens da imprensa internacional e publicações divulgadas nas redes sociais.
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Monumento de Cavalo Louco impressiona o mundo e segue em construção há mais de sete décadas  Por Redação | Aliança Business Revista  Uma das maiores obras monumentais do planeta continua chamando a atenção pela grandiosidade e pelo significado histórico. Localizado nas Black Hills, no estado da Dakota do Sul (EUA), o Crazy Horse Memorial (Memorial de Cavalo Louco) está sendo esculpido diretamente em uma montanha de granito desde 1948 e, mesmo após mais de 70 anos de trabalho, ainda não possui uma data oficial para sua conclusão.  O projeto homenageia Cavalo Louco (Crazy Horse), importante líder do povo Lakota, reconhecido por sua resistência e defesa dos povos indígenas norte-americanos.  Quando finalizado, o monumento deverá alcançar aproximadamente 172 metros de altura e 195 metros de comprimento, tornando-se significativamente maior que o famoso Monte Rushmore, também localizado na mesma região dos Estados Unidos.  A obra foi idealizada pelo líder indígena Henry Standing Bear, que convidou o escultor Korczak Ziolkowski para desenvolver um memorial que representasse a história e a cultura dos povos indígenas. Após a morte do escultor, em 1982, o trabalho passou a ser conduzido por sua família e pela Crazy Horse Memorial Foundation, mantendo viva a missão iniciada há décadas.  Até o momento, o rosto de Cavalo Louco já foi concluído e outras partes da escultura continuam sendo trabalhadas. O memorial também abriga museus, espaços culturais e programas educacionais dedicados à preservação da história e das tradições dos povos originários da América do Norte.  Mais do que uma impressionante obra de engenharia, o Crazy Horse Memorial representa um símbolo de reconhecimento histórico, identidade cultural e perseverança, reunindo gerações de profissionais em um projeto que continua evoluindo ano após ano.   ---  Nota Editorial  Esta matéria foi produzida a partir de informações públicas divulgadas por fontes especializadas e pela instituição responsável pelo memorial. O conteúdo foi reescrito e contextualizado pela Aliança Business Revista, preservando o compromisso com a informação responsável e o respeito aos direitos autorais.  A matéria também será publicada no portal da Rádio VIP Online, fortalecendo a parceria entre os dois veículos na divulgação de conteúdos sobre cultura, história, tecnologia e atualidades.  Aliança Business Revista Aliança que conecta, conteúdo que transforma.  Rádio VIP Online A sua conexão com Deus.
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via Guiame

Organizações judaicas de NY convocam ato contra o antissemitismo em frente à sede da ONU

17/09/2026
Organizações judaicas de NY convocam ato contra o antissemitismo em frente à sede da ONU

Em um momento em que o antissemitismo volta a ocupar espaço preocupante nas ruas, nas instituições e no debate público, as principais organizações judaicas de Nova York se unirão em uma grande manifestação de protesto no dia 23 de setembro, em frente à sede das Nações Unidas, durante a Assembleia Geral da ONU.

O objetivo do ato é claro: exortar os líderes mundiais a agir de forma decisiva para deter a crescente onda de antissemitismo. Ao reunir diferentes organizações, correntes religiosas e visões políticas, a mobilização pretende transmitir uma mensagem que ultrapassa diferenças e fronteiras: combater o ódio contra os judeus é uma responsabilidade de toda a sociedade e um compromisso indispensável com a democracia e os direitos humanos.

Participarão da iniciativa instituições como a UJA-Federation de Nova York, o Conselho de Relações da Comunidade Judaica, a Liga Antidifamação (ADL) — parceira da Confederação Israelita do Brasil (CONIB) —, o Comitê Judaico Americano, a Conferência de Presidentes, a União para o Judaísmo Reformista, a Sinagoga Unida do Judaísmo Conservador, a Universidade Yeshiva, o Conselho Israelense-Americano e o StandWithUs.

A amplitude da convocação é, por si só, uma demonstração de força e unidade. Em uma comunidade marcada pela diversidade de tradições, pensamentos e posições, diferentes segmentos estarão lado a lado para defender um princípio comum: nenhuma forma de preconceito contra os judeus pode ser normalizada ou tolerada.

Desde os ataques terroristas de 7 de outubro de 2023, grande parte das mobilizações judaicas e pró-Israel em Nova York esteve concentrada na exigência pela libertação dos reféns sequestrados pelo Hamas. Com o passar do tempo, porém, a agenda da comunidade se ampliou diante de uma realidade cada vez mais inquietante.

O crescimento dos incidentes antissemitas, os protestos diante de instituições judaicas e as campanhas dirigidas contra pessoas identificadas como sionistas fizeram com que a segurança cotidiana das comunidades passasse a ocupar um lugar central entre as preocupações de suas lideranças.

Crimes de ódio

Segundo dados divulgados em junho, ataques antissemitas representaram cerca de 60% de todos os crimes de ódio registrados pelo Departamento de Polícia de Nova York (NYPD) em maio. Nos primeiros cinco meses do ano, foram registrados 152 incidentes contra judeus — números que ajudam a dimensionar a gravidade do cenário.

Mais recentemente, manifestações de caráter antissionista passaram a aparecer inclusive em controvérsias estritamente locais, relacionadas, por exemplo, à habitação e ao mercado imobiliário em Manhattan. O fenômeno acende um alerta entre os líderes comunitários: conflitos sem qualquer relação direta com o Oriente Médio podem acabar incorporando Israel, o sionismo ou os judeus como alvos e justificativas para discursos de hostilidade.

É justamente diante dessa realidade que a manifestação de 23 de setembro ganha dimensão especial. Ao escolher a sede da ONU como cenário, a comunidade judaica de Nova York pretende levar suas preocupações para o centro do debate internacional e lembrar aos líderes reunidos na Assembleia Geral que o combate ao antissemitismo não pode ser adiado, relativizado ou condicionado às circunstâncias políticas do momento.

A mobilização também representa um chamado à responsabilidade. Quando o preconceito deixa de ser enfrentado, ele encontra novos espaços, novas linguagens e novos pretextos para se disseminar. Por isso, reconhecer seus sinais e reagir de maneira firme é essencial para impedir que a intolerância se transforme em violência.

Diante da ONU, diferentes vozes da comunidade judaica estarão unidas por uma mesma mensagem: o antissemitismo não é um problema exclusivamente judaico. É um ataque aos valores de convivência, liberdade, pluralismo e democracia que devem proteger todas as sociedades.

Mais do que uma manifestação, o ato será uma demonstração de unidade e um apelo para que o mundo não permaneça em silêncio diante do crescimento do ódio.

 

Silas Anastácio (@silasas15) é uma figura de destaque no fomento das relações entre o Brasil e Israel. Autor, articulador, palestrante e estrategista institucional, trabalha para fortalecer o diálogo entre líderes, defender a liberdade religiosa e combater o antissemitismo. Suas iniciativas interligam as esferas cultural, diplomática e social, reforçando a cooperação entre comunidades e instituições.

* O conteúdo do texto acima é de colaboração voluntária, seu teor é de total responsabilidade do autor e não reflete necessariamente a opinião do Portal Guiame.

Leia o artigo anterior: Por que os cristãos devem apoiar Israel?

 

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